Entenda o perigo do erro na prescrição médica e saiba como resolvê-lo!

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Não é difícil ver em farmácias profissionais da área tendo dúvidas sobre a letra que se encontra na prescrição do médico, ou então um paciente sem conseguir identificar qual é o composto de determinado medicamento. Os erros na prescrição, entretanto, são potencialmente fatais, e por isso, é de grande importância que os profissionais saibam não apenas quais são suas consequências, mas principalmente como evitá-los. E para te falar mais sobre isso, listamos no post de hoje como você pode deixar a sua prescrição livre de equívocos, cumprindo bem sua função de receitar o que seu paciente precisa. Acompanhe a seguir!

O que caracteriza um erro na prescrição?

Além de fatores como a letra ilegível ou nome incorreto do medicamento, outras situações também definem o erro na prescrição, inclusive alguns sendo mais perigosos e difíceis de serem notadas do que outras.

Alguns dos erros incluem a falta de detalhamento sobre a frequência ou via de administração, a interação medicamentosa da prescrição com outros medicamentos ingeridos pelo paciente, a transcrição incorreta, o uso de nome fantasia do medicamento e a falta de carimbo. O erro mais comum apontado por uma pesquisa de 2009 realizada no Hospital Israelita Albert Einstein, entretanto, é a não especificação da dose de medicação. Ou seja, em mais de 18% dos casos avaliados, a prescrição não vinha com especificação de qual deveria ser a dosagem.

Quais os riscos do erro na prescrição médica?

Por qualquer que seja o motivo, o erro na prescrição médica pode causar diversos prejuízos ao paciente, que pode acabar tomando a dose errada do medicamento ou até mesmo o composto errado. Em pacientes com doenças graves, inclusive, isso pode ser fatal, afinal, um hipertenso que não toma o seu remédio adequado pode acabar sofrendo com uma crise e, potencialmente, o caso pode acabar em óbito.

Uma pesquisa realizada em 2008 revelou que 95% de todos os receituários médicos do SUS de Coronel Fabriciano, em Minas Gerais, continham pelo menos um erro de prescrição. Isso quer dizer que 95% dos pacientes naquele ano estiveram expostos a algum risco associado à prescrição, como é o caso de morte, em 1997, nos Estados Unidos, dos quais cerca de 7 mil pacientes tiveram reações adversas e fatais oriundas de erros na prescrição.

Além disso, o erro na prescrição médica pode significar mais tempo no hospital entre os pacientes já internados, levando a maiores custos. Em 2006, uma pesquisa demonstrou que cerca de 30% dos agravamentos, quando em hospital, eram causados por erros na prescrição médica.

Como resolver o problema do erro na prescrição médica?

O melhor jeito de resolver o erro da prescrição médica é, naturalmente, evitá-lo. Por isso, é importante manter-se atento às obrigações com a prescrição e garantir o máximo de legibilidade para a receita. Considerar o histórico do paciente e perguntar sobre alergias e outros medicamentos também é importante para escolher a melhor opção para cada caso.

Para quem pretende diminuir os erros ao mínimo, a solução ideal é adotar um sistema de prescrição eletrônica. Por não conter problemas com legibilidade, inclusive, essas prescrições possuem um erro muito menor do que as feitas à mão. Por exemplo, em Manaus, o erro de prescrições digitalizadas em 2014 foi de cerca de 29%, contra 71% das manuais.

Para ajudar o médico na interpretação diagnóstica, o Caso Clínico Emergência lista os diagnósticos de emergência (com o CID10) em ordem de probabilidade baseando-se nos dados do paciente inseridos no aplicativo.

Os diagnósticos são ranqueados pela apresentação clássica da doença e leva em consideração o tempo de doença, os sinais e sintomas, fatores de risco e exames laboratoriais.

O erro na prescrição médica é tão perigoso quanto comum, e por isso, deve-se não apenas saber o que ele é e o que ele causa, como também encontrar formas de evitá-lo.

No aplicativo você encontra a prescrição já pronta de acordo com o diagnóstico e com as doses já calculadas no formato da prescrição.

Os medicamentos são apresentados no formato da prescrição com a dose de acordo com o diagnóstico, a apresentação disponível, a diluição adequada, o tempo e a via de infusão recomendada e a posologia preferível. Desse modo o Caso Clínico Emergência é um dos melhores aplicativos para ajudar o médico de emergência e urgência.

Fonte: Memed

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